Entre críticas, novas exigências e crises globais, práticas sustentáveis avançam como estratégia de valor, resiliência e governança
O movimento anti-ESG de 2025 não foi “suficiente para deter um movimento mundial que já está profundamente enraizado na governança corporativa, na regulamentação global e na estratégia central dos negócios”, analisa o Corporate Governance Institute sobre o ESG (boas práticas ambientais, sociais e de governança).
Mas quais elementos evitaram o aprofundamento da ruptura do ESG em 2025 diante do adensamento das críticas? Alguns fatores contribuíram para esse resultado, porque colocaram à prova a assertividade trazida pelo ESG: i) os conflitos entre a narrativa negativa e os benefícios gerados, ii) incrementos e mudanças na regulação ESG em todo o mundo iii) e o avanço das crises geopolíticas e climáticas, que geram incertezas. Em 2026, esses fatores continuarão se destacando na trilha do ESG e marcando o ano como sendo de transição para a consolidação da sustentabilidade.
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