No Brasil, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgou, recentemente, um estudo acerca da eficácia da Agenda Regulatória CVM 59 sobre o ESG (boas práticas ambientais, sociais e de governança) nos formulários de referência de empresas listadas em Bolsa, concluindo que houve ampliação da transparência ESG no mercado de capitais do Brasil.
O estudo traça uma cronologia da regulação brasileira e coteja com as principais jurisdições internacionais (Estados Unidos, União Europeia, Reino Unido, Austrália e China). O trabalho foi elaborado pela Assessoria de Análise Econômica, Gestão de Riscos e Integridade (ASA) da CVM.
A ideia de que os relatórios ESG atuam como ferramentas de transparência e prestação de contas já está amplamente difundida. Eles permitem que os stakeholders (investidores, consumidores, órgãos reguladores, colaboradores, comunidade, governo, mídia etc.) compreendam como a empresa administra seus riscos, oportunidades e impactos sustentáveis.
Confira na íntegra: https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/praticas-esg/qual-o-futuro-do-esg