Enquanto terceiro maior emissor de gases de efeito estufa do mundo — depois dos Estados Unidos e da China — a União Europeia tem buscado construir uma governança climática robusta, capaz de conduzir o bloco à neutralidade do clima até 2050. Contudo, esse caminho, que deveria ser linear e progressivo, passou a incluir novas etapas regulatórias.
Desde março deste ano, a UE adotou o Pacote Omnibus I¹, um conjunto de medidas legislativas que simplificou regulamentações de sustentabilidade, reduziu burocracias e buscou aumentar a competitividade e a capacidade de investimento do bloco. A lógica que guiou o pacote foi a mesma que ecoa no mercado: a conformidade é onerosa para as empresas, portanto, a simplificação é bem-vinda.
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