Com quase mil páginas, o Brasil aprovou no final de 2025 sua Taxonomia Sustentável, estabelecendo critérios técnicos e verificáveis dentro de um sistema de classificação para que uma atividade econômica possa ser considerada sustentável, estabelecendo os compromissos ambientais e sociais necessários De acordo com o Centro Brasileiro de Relações Internacionais, o Brasil precisará investir de 3,5% a 4,3% do PIB até 2050 para ser neutro de carbono.
A Taxonomia Sustentável do Brasil tem como objetivos mobilizar e reorientar o financiamento e os investimentos para atividades econômicas com impactos ambientais, climáticos e sociais positivos; promover o adensamento tecnológico voltado à sustentabilidade ambiental, climática, social e econômica, além de criar a base para produzir informações confiáveis sobre os fluxos das finanças sustentáveis. Há também objetivos ambientais e climáticos; assim como econômicos e sociais no sentido de se antecipar às exigências do mercado internacional.
As taxonomias sustentáveis surgem como instrumentos fundamentais para que os países atinjam suas metas climáticas, propiciando clareza e padronização às práticas ESG no contexto corporativo. Elas estabelecem critérios científicos para definir quais atividades econômicas podem ser consideradas ambientalmente sustentáveis, criando uma linguagem comum para investidores, empresas e reguladores.
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