O vocabulário corporativo reúne termos “hypes” e poucos deles tiveram tanto destaque quanto o ESG (boas práticas ambientais, sociais e de governança) nas últimas duas décadas, sendo ao mesmo tempo idealizado e contestado. Atualmente, enfrenta mais do que um desgaste conceitual, vive o que poderíamos designar de uma crise semântica. O cerne da questão não está centrado na perda de popularidade do ESG em alguns setores, mas no amplo significado que acabou abrangendo.
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Com isso, há quem esteja decretando a morte prematura do ESG. É o caso de Katie Martin, colunista e integrante do conselho editorial do Financial Times. Em artigo¹ publicado recentemente, ela enfatiza que o ESG sucumbiu em decorrência de suas “contradições internas” e por projetar expectativas além da realidade. Martin ampara parte de seus argumentos nas saídas líquidas de recursos de fundos sustentáveis da ordem de US$ 84 bilhões.
Confira na íntegra: https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/praticas-esg/a-crise-semantica-do-conceito-esg