Banco Central quer mais transparência dos bancos sobre questões ESG
O Banco Central estabeleceu novas regras e quer mais transparência dos bancos sobre os riscos sociais, ambientais e climáticos.
O Banco Central estabeleceu novas regras e quer mais transparência dos bancos sobre os riscos sociais, ambientais e climáticos.
Era esperado que a última reunião da cúpula do G7 representasse um avanço mais significativo no que se refere às ações climáticas.
O ESG auxilia a melhorar o ambiente corporativo para todos os envolvidos, além de trazer vantagens competitivas para o negócio.
O primeiro fundo de investimentos voltado para ESG do banco Inter foi lançado recentemente juntamente com a Fama Investimentos.
A pretensão é que as despesas com energia limpa passem dos US$ 1,4 trilhão, três quartos do total investido conforme estudo recente.
Os fundos de investimentos brasileiros focados na agenda ESG ainda se encontram em desvantagem em relação a de outros países.
Durante encontro realizado em Brasília no dia 21/06, o Banco Caixa anunciou novos investimentos em iniciativas sustentáveis com foco em responsabilidade ambiental, social e climática.
A agenda ESG (ações ambientais, sociais e de governança) quando incluída nos negócios deve alterar de maneira estrutural a empresa.
Um Programa de Diversidade e Inclusão promove o respeito e a isonomia entre os seus integrantes, e contempla o pilar “S” das práticas ESG.
Introdução do ESG mudou o tom do discurso corporativo e empresas trazem resultados sustentáveis efetivos anuais.
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